Dúvidas frequentes

Sim. A mesma criança pode apresentar surdez e transtorno do espectro autista, e isso reforça ainda mais a necessidade do diagnóstico e da intervenção precoce.

Porque no transtorno do espectro autista há dificuldade na comunicação e na interação, e um atraso na aquisição da fala também. E isso também pode ocorrer nas crianças com perda auditiva.

Esse diagnóstico diferencial entre transtorno do espectro autista e a perda auditiva é extremamente importante.

Esse diagnóstico diferencial entre transtorno do espectro autista e a perda auditiva é extremamente importante.

Não necessariamente. O importante é que a criança esteja dormindo profundamente, para que não leve artefatos durante o exame.

O BERA, ou potencial evocado auditivo de tronco encefálico, é um exame indicado para avaliar a integridade das vias auditivas e também os limiares auditivos de crianças e adultos.

Para você fazer um BERA em criança, pesquisando os limiares auditivos, geralmente esse exame demora de 30 a 40 minutos.

A criança precisa estar em sono profundo para que não leve artefatos durante o exame.

Sim. Crianças maiores de um ano já fica mais difícil fazer esse exame, porque elas já não costumam dormir tanto ao longo do dia.

Tem como objetivo identificar, logo ao nascimento, os recém-nascidos que são passíveis de serem portadores de uma deficiência auditiva.

 Sim. Essa triagem auditiva é obrigatória, é lei.

Os testes utilizados são as emissões otoacústicas e o BERA, que é o potencial evocado auditivo de tronco encefálico.

O bebê que não passa no teste da orelhinha deve ser encaminhado para uma avaliação com o otorrino. Agora, não se apavore, existem algumas causas para que esse teste seja negativo ao nascer, não só a perda auditiva.

Ele deve ser encaminhado ao otorrino para que todas as opções sejam afastadas e vai ser encaminhado para outros exames.

O teste da orelhinha é obrigatório. Todo bebê tem que ter a sua avaliação auditiva realizada logo ao nascer, é lei.