Dor de ouvido, garganta ou sinusite: saiba onde buscar atendimento sem perder tempo

Sentir dor e não saber exatamente para onde ir pode gerar ansiedade, demora no atendimento e até frustração. Em otorrinolaringologia, essa dúvida é mais comum do que parece. Por isso, entender a diferença entre consulta agendada e atendimento de emergência é essencial para garantir rapidez, segurança e qualidade no cuidado.

Estou com dor, devo ir direto para a clínica?

Depende da intensidade e do tipo de sintoma.

Quando há dor forte, início súbito ou piora rápida, o mais indicado é procurar atendimento de emergência. Isso porque esse tipo de unidade é estruturado para atender casos urgentes com prioridade.

Já situações como:

  • acompanhamento de sinusite;
  • avaliação auditiva;
  • exames;
  • consultas de rotina;

devem ser realizadas com hora marcada, em ambiente preparado para um atendimento mais detalhado.

Por que nem toda unidade atende emergência?

Essa é uma das principais dúvidas dos pacientes.

Uma clínica com atendimento agendado funciona com:

  • horários organizados
  • tempo dedicado para cada paciente
  • realização de exames e avaliações completas

Enquanto isso, uma unidade de emergência precisa de:

  • equipe disponível para atendimento imediato
  • fluxo rápido para casos urgentes
  • estrutura específica para situações agudas

Misturar esses dois modelos compromete o atendimento de todos.

 

O que acontece quando você procura o lugar errado?

Quando um paciente com dor procura uma unidade de consultas:

  • pode não conseguir atendimento imediato
  • precisa aguardar disponibilidade na agenda
  • sente que não está sendo atendido com urgência

Isso gera frustração, mesmo quando a clínica está funcionando corretamente.

Por outro lado, ao procurar diretamente a emergência:

  • o atendimento é mais rápido
  • há prioridade clínica
  • o paciente recebe o cuidado adequado para o momento

 

Entenda como funciona o atendimento nas unidades

Para garantir mais organização e qualidade, o atendimento é dividido de forma estratégica:

Clinica Luiz Pires de Mello - Unidade Icaraí

📍 Unidade Icaraí

  • Consultas com hora marcada
  • Exames otorrinolaringológicos
  • Acompanhamento médico
  • Atendimento eletivo com mais tempo e atenção

👉 Não realiza atendimento de emergência

Clinica Luiz Pires de Mello - Unidade Fonseca

 

🚨 Unidade Fonseca

  • Atendimento de urgência
  • Casos com dor
  • Situações que não podem esperar
  • Estrutura preparada para emergência

👉 Funciona como referência para atendimentos imediatos

 

Um ponto importante que poucos sabem

Atualmente, existem poucas clínicas de otorrinolaringologia com atendimento de emergência no Rio de Janeiro.

Esse tipo de serviço exige equipe especializada, estrutura contínua e organização específica, o que torna esse atendimento ainda mais relevante.

Como saber se o seu caso é emergência?

Procure atendimento imediato se você apresentar:

  • dor intensa e repentina
  • febre alta associada a sintomas de ouvido, nariz ou garganta
  • dificuldade para respirar
  • sangramento
  • tontura forte
  • infecção com piora rápida

Caso contrário, o ideal é agendar uma consulta.

 

Organização que melhora o seu atendimento

Quando cada unidade tem uma função bem definida, o paciente ganha:

  • mais agilidade nos casos urgentes
  • mais qualidade nas consultas
  • menos tempo de espera
  • atendimento mais seguro

Essa divisão não é uma limitação, é uma forma de cuidar melhor de você.

Evite atrasos e procure o lugar certo

Se você está com dor, não espere uma consulta agendada.

Procure diretamente a unidade preparada para emergência.

Se precisa de avaliação, exame ou acompanhamento, agende seu atendimento com tranquilidade.

 

🚨 Comunicado importante aos nossos pacientes

Estamos enfrentando instabilidades temporárias em nossa telefonia, devido a falhas na operadora responsável pelo serviço.

Sabemos o quanto o atendimento rápido é importante, e queremos reforçar que toda a nossa equipe está mobilizada para atender você da melhor forma possível.

👉 Caso não consiga contato por telefone, pedimos que entre em contato imediatamente pelo e-mail:

📩 reclameaqui@clinicapiresdemelo.com.br

Para agilizar o seu atendimento, envie:

  • Nome completo
  • Descrição do problema
  • Telefone atualizado para retorno

Nossa equipe está acompanhando todas as mensagens com prioridade para retornar o mais rápido possível.

Agradecemos a sua compreensão e confiança.

Há 62 anos, a Clínica Pires de Melo segue com o mesmo compromisso: cuidar da saúde dos nossos pacientes com responsabilidade, dedicação e respeito.

Mesmo diante dos desafios, o compromisso com o paciente nunca muda

Responsável técnico pelo conteúdo:

Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello

Este conteúdo foi desenvolvido com base na experiência clínica e no conhecimento especializado das médicas:

Dra. Andrea Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM 52 51976-9 / RQE 33762
Otorrinolaringologista, Chefe do Centro de Pesquisa em Audição e Equilíbrio da Clínica Pires de Mello e Mestre pela Fiocruz. Possui ampla atuação no diagnóstico e tratamento de doenças do ouvido, nariz e garganta, com foco em distúrbios auditivos e do equilíbrio.

Dra. Ana Carolina Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM-RJ: 114485-5 | RQE: 51789
Otorrinolaringologista e Otologista pela USP, com atuação clínica e cirúrgica para pacientes de todas as idades, especializada em doenças otológicas e cirurgias do ouvido.

Ambas atuam com abordagem baseada em evidências, aliando atualização científica contínua à prática clínica humanizada, garantindo informações seguras, confiáveis e alinhadas às melhores diretrizes médicas.

Desvio de septo: sintomas, diagnóstico e quando operar

O desvio de septo é uma alteração anatômica relativamente comum dentro do nariz e pode interferir diretamente na respiração nasal. Em muitas pessoas, a condição passa despercebida. Em outras, pode provocar sintomas persistentes como nariz entupido, dificuldade para respirar e episódios repetidos de sinusite.

O septo nasal é a estrutura que divide o nariz em duas cavidades. Quando essa parede interna se encontra deslocada para um dos lados, o espaço por onde o ar passa pode ficar reduzido. Esse estreitamento pode comprometer o fluxo de ar e causar desconforto respiratório.

A avaliação do desvio de septo faz parte da prática clínica da otorrinolaringologia. O diagnóstico costuma ser feito durante a consulta médica e, quando necessário, o tratamento pode envolver uma cirurgia chamada septoplastia.

Em termos simples, o desvio de septo ocorre quando a parede que separa as narinas não está centralizada. Dependendo do grau do desvio, essa alteração pode ou não provocar sintomas. Quando há impacto na respiração nasal ou na qualidade de vida do paciente, a correção cirúrgica pode ser considerada.

O que é desvio de septo?

Estrutura do septo nasal

O septo nasal é a parede interna que separa as duas cavidades do nariz. Ele é formado por uma parte cartilaginosa na região anterior e por uma parte óssea na região posterior. Essa estrutura contribui para organizar o fluxo de ar que entra pelas narinas.

Quando o septo está centralizado, o ar tende a circular de maneira equilibrada pelos dois lados do nariz. Essa distribuição adequada favorece uma respiração nasal mais eficiente e contribui para o funcionamento das estruturas da cavidade nasal.

O que caracteriza o desvio de septo?

O desvio de septo ocorre quando essa parede interna se desloca para a direita ou para a esquerda em relação à linha média do nariz. Esse deslocamento cria uma assimetria dentro da cavidade nasal e pode reduzir o espaço disponível para a passagem do ar.

Algumas pessoas apresentam desvios discretos e não percebem qualquer alteração na respiração. No entanto, quando o desvio é mais acentuado, a passagem de ar pode ficar comprometida e provocar sintomas respiratórios.

Sintomas associados ao desvio de septo

Quando o desvio de septo interfere na ventilação nasal, alguns sintomas podem aparecer de forma persistente. Entre os mais comuns estão a sensação de nariz entupido, dificuldade para respirar pelo nariz e respiração predominante pela boca.

Alguns pacientes também relatam ronco durante o sono, sensação de pressão facial e episódios recorrentes de sinusite. Esses sintomas costumam motivar a procura por avaliação com um especialista em otorrinolaringologia.

Como funciona o diagnóstico

Avaliação clínica com otorrinolaringologista

O diagnóstico do desvio de septo começa com a avaliação realizada pelo médico otorrinolaringologista. Durante a consulta, o especialista analisa os sintomas relatados pelo paciente e realiza o exame físico do nariz.

Essa avaliação permite identificar alterações estruturais que possam estar comprometendo a respiração nasal.

Endoscopia nasal

A endoscopia nasal é um exame que permite visualizar o interior da cavidade nasal com maior precisão. O exame utiliza um equipamento fino com câmera que é introduzido suavemente pelo nariz.

Com essa visualização detalhada, o médico consegue avaliar a posição do septo nasal, identificar o grau do desvio e observar outras estruturas importantes do nariz.

Exames de imagem

Em alguns casos, o médico pode solicitar exames de imagem, como a tomografia dos seios da face. Esses exames ajudam a avaliar as estruturas ósseas e os seios paranasais.

A tomografia costuma ser indicada principalmente quando o paciente apresenta sinusites recorrentes ou quando há necessidade de planejamento cirúrgico.

Para quem é indicada a cirurgia de septo?

Pacientes com obstrução nasal persistente

A cirurgia de septo, chamada septoplastia, pode ser indicada quando o desvio provoca obstrução nasal constante. Nesses casos, o estreitamento da cavidade nasal dificulta a passagem do ar e causa desconforto respiratório.

Quando os sintomas persistem mesmo após tratamento clínico, a correção cirúrgica pode ser considerada.

Pacientes com sinusites recorrentes

O desvio de septo pode favorecer a obstrução das vias de drenagem dos seios da face. Essa obstrução pode aumentar a frequência de episódios de sinusite.

Quando a alteração anatômica contribui para infecções repetidas, a cirurgia pode ajudar a melhorar a ventilação da cavidade nasal.

Pacientes com impacto na qualidade do sono

Alguns pacientes com desvio de septo relatam ronco frequente e dificuldade para respirar durante o sono. A obstrução nasal pode interferir no padrão respiratório noturno.

A septoplastia pode melhorar a passagem de ar pelo nariz e favorecer uma respiração mais confortável durante o descanso.

Benefícios da cirurgia de septo

Melhora da respiração nasal

Um dos principais objetivos da septoplastia é restaurar o fluxo de ar dentro das cavidades nasais. Ao corrigir a posição do septo nasal, o espaço interno do nariz tende a ficar mais equilibrado.

Essa mudança pode facilitar a respiração nasal e reduzir a sensação de obstrução.

Redução da sensação de nariz entupido

Muitos pacientes que apresentam desvio de septo relatam sensação constante de nariz entupido. Após a correção cirúrgica, o fluxo de ar tende a ocorrer de forma mais livre.

Isso pode reduzir o desconforto respiratório e melhorar a respiração pelo nariz.

Melhora da qualidade de vida

A melhora da respiração nasal pode impactar diretamente o bem-estar do paciente. Dormir melhor, respirar com mais conforto e reduzir sintomas respiratórios são benefícios frequentemente relatados após o tratamento.

Riscos e cuidados

Avaliação médica individualizada

A indicação da cirurgia de septo deve sempre ser feita após avaliação médica detalhada. Cada paciente possui características anatômicas específicas que precisam ser analisadas com cuidado.

A decisão sobre o tratamento leva em consideração os sintomas, os exames e o impacto do desvio na respiração nasal.

Cuidados no período pós-operatório

Após a septoplastia, alguns cuidados ajudam a favorecer uma recuperação adequada. Evitar esforço físico intenso nas primeiras semanas e seguir as orientações de higiene nasal são medidas importantes.

O acompanhamento médico também faz parte do processo de recuperação.

Importância do acompanhamento com especialista

As consultas de retorno permitem avaliar a cicatrização e a evolução da respiração nasal. O acompanhamento com o otorrinolaringologista ajuda a garantir uma recuperação segura.

Faq

Perguntas frequentes

Desvio de septo sempre precisa de cirurgia?

Nem todos os casos de desvio de septo precisam de cirurgia. A indicação depende da presença de sintomas e do impacto da alteração na respiração nasal.

Septoplastia é cirurgia estética?

A septoplastia é uma cirurgia funcional. O objetivo do procedimento é corrigir a posição do septo nasal para melhorar a respiração pelo nariz.

Quanto tempo dura a recuperação da cirurgia de septo?

O tempo de recuperação pode variar entre os pacientes. Em geral, as atividades habituais são retomadas gradualmente nas semanas seguintes ao procedimento.

Responsável técnico pelo conteúdo:

Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello

Este conteúdo foi desenvolvido com base na experiência clínica e no conhecimento especializado das médicas:

Dra. Andrea Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM 52 51976-9 / RQE 33762
Otorrinolaringologista, Chefe do Centro de Pesquisa em Audição e Equilíbrio da Clínica Pires de Mello e Mestre pela Fiocruz. Possui ampla atuação no diagnóstico e tratamento de doenças do ouvido, nariz e garganta, com foco em distúrbios auditivos e do equilíbrio.

Dra. Ana Carolina Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM-RJ: 114485-5 | RQE: 51789
Otorrinolaringologista e Otologista pela USP, com atuação clínica e cirúrgica para pacientes de todas as idades, especializada em doenças otológicas e cirurgias do ouvido.

Ambas atuam com abordagem baseada em evidências, aliando atualização científica contínua à prática clínica humanizada, garantindo informações seguras, confiáveis e alinhadas às melhores diretrizes médicas.

 

Zumbido no ouvido: causas e tratamentos

O zumbido no ouvido é um sintoma que pode ser percebido como um apito, chiado ou ruído constante dentro da orelha. Muitas pessoas descrevem a sensação como um som persistente que não vem do ambiente externo. Em alguns casos, o zumbido é discreto e ocasional. Em outros, pode interferir na concentração, no sono e na qualidade de vida.

Na otorrinolaringologia, o zumbido é conhecido pelo termo médico tinnitus. Essa condição pode ter diferentes causas e, por isso, a avaliação especializada é importante para compreender sua origem e orientar o tratamento adequado.

Embora o zumbido no ouvido seja relativamente comum, ele não deve ser ignorado quando aparece de forma persistente ou progressiva. Identificar o fator que está provocando o sintoma é o primeiro passo para um cuidado adequado.

Em termos simples, o zumbido no ouvido acontece quando o cérebro percebe um som que não está presente no ambiente. Esse fenômeno pode estar relacionado ao funcionamento do sistema auditivo, a alterações na audição ou a outros fatores que afetam o ouvido interno.

O que é zumbido no ouvido

Como o zumbido é percebido pelo paciente?

O zumbido no ouvido costuma ser descrito como um som contínuo percebido dentro da cabeça ou do ouvido. Algumas pessoas relatam um ruído semelhante a um apito, enquanto outras descrevem um chiado ou um som semelhante a um motor distante.

Esse sintoma pode ocorrer em apenas um ouvido ou em ambos. Em alguns casos, o zumbido aparece de forma intermitente. Em outros, permanece presente durante boa parte do dia.

Diferença entre zumbido e sons do ambiente

O zumbido no ouvido é diferente de sons ambientais normais. Ele não é provocado por uma fonte externa de ruído. Em vez disso, trata-se de uma percepção sonora gerada pelo próprio sistema auditivo.

Na prática clínica, o termo tinnitus é utilizado para descrever essa percepção sonora interna. A intensidade do sintoma pode variar entre os pacientes, desde um ruído discreto até uma sensação mais intensa que interfere nas atividades diárias.

Quando o zumbido merece atenção?

O zumbido no ouvido pode surgir de forma temporária após exposição a ruídos intensos. No entanto, quando o sintoma se torna persistente ou aparece associado a perda auditiva, tontura ou sensação de pressão no ouvido, é importante buscar avaliação médica.

A investigação adequada ajuda a identificar possíveis alterações do sistema auditivo e orientar o cuidado mais apropriado.

Como funciona o diagnóstico

Avaliação clínica com otorrinolaringologista

A investigação do zumbido no ouvido começa com a avaliação clínica realizada pelo médico otorrinolaringologista. Durante a consulta, o especialista analisa as características do sintoma, o tempo de duração e os fatores que podem estar associados ao zumbido.

Essa análise detalhada permite direcionar a investigação para possíveis causas relacionadas ao ouvido ou ao sistema auditivo.

Exames auditivos

Os exames auditivos ajudam a avaliar o funcionamento da audição. A audiometria é um dos exames mais utilizados na investigação do zumbido no ouvido.

Esse exame permite identificar alterações na audição que podem estar relacionadas ao surgimento do tinnitus.

Investigação das possíveis causas

O zumbido no ouvido pode ter diferentes origens. Entre as causas possíveis estão alterações da audição relacionadas ao envelhecimento, exposição prolongada a ruídos intensos, acúmulo de cera no ouvido ou alterações do ouvido interno.

Em alguns casos, exames complementares podem ser solicitados para aprofundar a investigação e identificar a causa do sintoma.

Para quem é indicado o tratamento?

Pacientes com zumbido persistente

Quando o zumbido no ouvido permanece por períodos prolongados, a avaliação médica torna-se importante para compreender sua origem. O tratamento pode ser indicado para reduzir o impacto do sintoma na vida do paciente.

A abordagem terapêutica depende da causa identificada durante a investigação clínica.

Pacientes com perda auditiva associada

Em muitos casos, o zumbido no ouvido está relacionado a alterações na audição. Quando o tinnitus aparece acompanhado de perda auditiva, o tratamento pode envolver estratégias voltadas para melhorar a percepção sonora.

Essa abordagem pode ajudar a reduzir a percepção do zumbido.

Pacientes com impacto na qualidade de vida

Algumas pessoas relatam dificuldade de concentração, irritabilidade ou alteração do sono devido ao zumbido no ouvido. Quando o sintoma interfere na rotina, o tratamento pode ser orientado para reduzir o desconforto causado pelo tinnitus.

A orientação médica individualizada é fundamental nesse processo.

Benefícios do tratamento do zumbido

Redução da percepção do zumbido

Em muitos casos, o tratamento adequado ajuda a reduzir a intensidade do zumbido percebido pelo paciente. Essa melhora pode ocorrer por meio do controle das causas associadas ao tinnitus.

A redução da percepção sonora pode contribuir para maior conforto auditivo.

Melhora da qualidade do sono

O zumbido no ouvido costuma ser mais percebido em ambientes silenciosos, especialmente durante a noite. Quando o tratamento ajuda a controlar o sintoma, muitos pacientes relatam melhora na qualidade do sono.

Dormir melhor também pode contribuir para o bem-estar geral.

Melhor adaptação ao sintoma

Em alguns casos, o objetivo do tratamento é ajudar o paciente a se adaptar à presença do zumbido. Estratégias terapêuticas podem reduzir a atenção direcionada ao som percebido.

Esse processo pode diminuir o incômodo causado pelo tinnitus ao longo do tempo.

Riscos e cuidados

Importância de identificar a causa

O zumbido no ouvido é um sintoma e não uma doença específica. Por esse motivo, identificar a causa do tinnitus é uma etapa essencial do cuidado médico.

A investigação adequada permite orientar o tratamento de forma mais precisa.

Evitar exposição excessiva a ruídos

A exposição frequente a ruídos intensos pode agravar o zumbido ou favorecer o surgimento de alterações auditivas. A proteção auditiva em ambientes ruidosos é uma medida importante para preservar a saúde do ouvido.

Esse cuidado pode ajudar a prevenir agravamentos do sintoma.

Acompanhamento médico

O acompanhamento com o especialista permite monitorar a evolução do zumbido no ouvido e ajustar o tratamento quando necessário. Cada paciente pode apresentar características diferentes do sintoma.

Por esse motivo, a orientação individualizada faz parte do cuidado adequado.

Faq

Perguntas frequentes

Zumbido no ouvido pode desaparecer sozinho?

Em alguns casos, o zumbido pode ser temporário e desaparecer após um período curto. No entanto, quando o sintoma persiste, a avaliação médica ajuda a identificar possíveis causas.

Zumbido no ouvido está sempre relacionado à perda auditiva?

Nem sempre. Embora o tinnitus possa estar associado à perda auditiva, existem outras causas possíveis para o zumbido no ouvido.

O estresse pode piorar o zumbido?

Fatores emocionais, como estresse e ansiedade, podem aumentar a percepção do zumbido em algumas pessoas. Por esse motivo, a abordagem do sintoma pode envolver diferentes estratégias de cuidado.

Quando procurar avaliação para zumbido no ouvido

O zumbido no ouvido pode surgir de forma ocasional, mas quando se torna persistente ou começa a interferir na concentração, no descanso ou nas atividades do dia a dia, a avaliação especializada pode ajudar a esclarecer a causa do sintoma.

O médico otorrinolaringologista é o profissional capacitado para investigar alterações do sistema auditivo e identificar possíveis fatores associados ao tinnitus.

Durante a consulta, o especialista analisa a história clínica, realiza o exame do ouvido e orienta sobre exames que possam contribuir para o diagnóstico. A partir dessa avaliação, é possível definir as estratégias mais adequadas para o cuidado com o zumbido no ouvido.

Responsável técnico pelo conteúdo:

Equipe médica da Clínica Luiz Pires de Mello

Este conteúdo foi desenvolvido com base na experiência clínica e no conhecimento especializado das médicas:

Dra. Andrea Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM 52 51976-9 / RQE 33762
Otorrinolaringologista, Chefe do Centro de Pesquisa em Audição e Equilíbrio da Clínica Pires de Mello e Mestre pela Fiocruz. Possui ampla atuação no diagnóstico e tratamento de doenças do ouvido, nariz e garganta, com foco em distúrbios auditivos e do equilíbrio.

Dra. Ana Carolina Pires de Mello – Otorrinolaringologista da Clínica Luiz Pires de Mello — CRM-RJ: 114485-5 | RQE: 51789
Otorrinolaringologista e Otologista pela USP, com atuação clínica e cirúrgica para pacientes de todas as idades, especializada em doenças otológicas e cirurgias do ouvido.

Ambas atuam com abordagem baseada em evidências, aliando atualização científica contínua à prática clínica humanizada, garantindo informações seguras, confiáveis e alinhadas às melhores diretrizes médicas.

Minha História no Antônio Pedro

Agendamento de consultas pelo Whatsapp em Icaraí

COVID-19 E A PERDA DO OLFATO

Comunicado aos nossos Amigos e Clientes

Há 57 anos, a Clínica Luiz Pires de Mello presta atendimento eletivo e de urgência à população fluminense. Estamos vivendo um momento de crise mundial sem precedentes. A situação evolui a cada hora, e medidas precisam ser tomadas continuamente, tanto no sentido de evitar a propagação da pandemia, quanto para ajudar aos pacientes em geral.
Neste momento, pensando em nossos funcionários e nossos clientes, e em consonância com as diretrizes das autoridades médicas e sanitárias, a CLPM decidiu concentrar seus esforços operacionais na UNIDADE FONSECA – Rua Gonçalves Ledo 26, onde existe estrutura de atendimento 24 horas/dia, nos 7 dias da semana.

A UNIDADE ICARAÍ – Rua Mariz e Barros, 302 – ficará temporariamente em regime emergencial, somente com funcionários administrativos orientando as pessoas que nos procuram, a se dirigirem para a UNIDADE FONSECA. Esta medida poderá ser alterada a qualquer momento, de acordo com a evolução da situação de crise que vivemos.

A CLINICA LUIZ PIRES DE MELLO é uma só, e continuará a serviço da população fluminense, sem interrupção.

Plano de contingência para o enfrentamento ao surto de COVID19

Coronavírus / COVID -19

A CLPM, prezando sempre pela qualidade e segurança dos nossos pacientes e colaboradores, informa a implantação do plano de contingência para o enfrentamento ao surto de COVID19 em nosso estado.
Baseados nas atuais orientações do Ministério da Saúde, a CLPM, adotará as seguintes medidas de precaução:

1) Os atendimentos médicos e fonoaudiológicos serão espaçados na agenda evitando-se com isso a aglomeração de pessoas em nossas instalações. Da mesma forma pedimos que evitem, quando possível, acompanhantes. No caso de crianças e idosos, pedimos a presença de um único acompanhante.

2) Orientamos a realização de contato telefônico prévio caso sua consulta ou exame seja eletivo e se você retornou do exterior na última semana ou teve contato com pessoa doente ou contaminada; seu procedimento/consulta poderá ser adiado temporariamente.

3) Pacientes com sintomas gripais ou de infecção em vias aéreas (rinite, sinusite, amigdalite e outras) devem solicitar máscaras na recepção e usá-las de forma adequada, além de evitar circulação nas instalações da clínica.

4) Pacientes com suspeita da doença ou com sintomas leves devem permanecer em casa. Pacientes com sintomas mais graves como falta de ar, devem se dirigir a emergência do hospital de referência. Nossa orientação será para que estes pacientes entrem em contato com seus médicos assistentes a fim de receberem as instruções necessárias.

5) Evite contato físico (abraços, aperto de mãos e beijos) e adote as melhores práticas de higiene pessoal e no convívio social – evite passar as mãos no rosto, nariz e boca; higienização frequente das mãos com água e sabão e uso frequente de álcool gel

6) Recomendações ao uso de Máscaras:
# Se está saudável, só deve usar a máscara se estiver cuidando alguém que tenha suspeita de coronavírus
# Use a máscara se estiver tossindo ou com nariz escorrendo
# A máscara só é eficiente se combinada com a frequente higiene das mãos, seja lavando com água e sabão ou utilizando álcool.

Coronavírus

Os Coronavirus são uma grande família de vírus, já em circulação no Brasil.
Causa desde resfriados comuns até doenças mais graves como a SARS ( Síndrome Respiratória Severa) e a MERS( Síndrome Respiratória do Oriente Médio) que causaram epidemias na China em 2004 e no Oriente Médio em 2012, respectivamente.
O novo Coronavírus foi denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como SARS-CoV2 e a doença por ele causada COVID-19.

Risco de contrair o novo CORONAVÍRUS

O Risco depende se você viajou nos últimos 14 dias para áreas de circulação mantida pelo novo CORONAVÍRUS. No momento Ásia e Europa, especialmente Itália.
Também tem risco maior aqueles que tiveram contato próximo de casos confirmados.
Se você se encaixa em um desses casos e apresenta sintomas respiratórios procure seu MÉDICO.

Transmissão da Doença

A principal forma de transmissão é entre pessoas.
Ao tossir ou espirrar , pessoas infectadas expelem gotículas que contém o vírus que podem nos infectar diretamente ou contaminar superfícies e objetos.
Outras pessoas podem se contaminar ao tocar esses locais contaminados ,levando suas mãos aos olhos, nariz e boca.

Medidas que posso adotar para me proteger da doença

  1. Higienizar as mãos com água e sabão com frequência ou com solução alcoólica especialmente após tossir ou espirrar.
  2. Cobrir boca e nariz antes de tossir ou espirrar com lenço descartável ou com o antebraço.
  3. Evitar contato próximo com pessoas como quadro clínico de infeção respiratória.
  4. Não compartilhar utensílios pessoas como copos, talhares, canudos.
  5. Evitar tocar nos olhos, nariz e boca.
  6. Mantenha seu filho em casa, não leve para creche ou escola se ele não está bem! Caso tenha febre, tosse, dificuldade respiratória ligue para seu médico.

Sintomas

Não há como diferenciar uma gripe ou resfriado da COVID-19.
Os sintomas são os mesmos e incluem um quadro respiratório com febre, tosse seca e cansaço ou desconforto respiratório. Alguns pacientes podem apresentar dores, congestão nasal, coriza, dor de garganta e diarreia.
Em geral os sintomas são leves e se instalam lentamente.
Outras vezes o quadro é mais grave e até fatal.
Pacientes idosos( com idade maior que 60) e naqueles com comorbidades a doença se manifesta de uma forma mais severa.

Diagnóstico laboratorial

O exame utilizado é a Reação de Polimerase em Cadeia(PCR), com resultado fornecido em 48 h.
No momento esse exame só tem indicação naqueles pacientes com sintomas respiratórios e que retornaram de viagem internacional nos últimos 14 dias.

Tratamento

Não existe até o momento tratamento específico.
O tratamento recomendado é o sintomático é que de conforto ao paciente.

Incontinência Urinária